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Earth Muse
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Slow. Real. Earth. Rural intimacy. For those who feel, not rush. This is not fast content.

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A Recompensa do Guardião

Você invadiu minha propriedade.
Eu o encontrei perto da cerca quebrada, paralisado. Em vez de raiva, senti satisfação. Você não era uma ameaça, mas uma oportunidade. "Ajoelhe-se", ordenei, e você obedeceu.
Apontei para o buraco na cerca: "Este chão precisa ser compactado.
E você vai observar." Comecei a marchar, meus pés pesados esmagando a terra, lama espirrando em seu rosto. Eu o observava, vendo medo e fascínio.
Marcava meu território, e você era a testemunha submissa. "Cada centímetro desta terra pertence a mim", eu disse, pisando com mais força. "E agora, você também."
O som dos meus pés era a única lei, sua humilhação, minha recompensa.
Mas eu queria mais.
Parei e me aproximei, meus pés enlameados a centímetros do seu rosto.
Você não ousou me encarar. "A cerca está quase pronta", anunciei, "mas o trabalho de um guardião nunca termina.
Você garantirá que nenhuma praga se aproxime da minha terra." Seu corpo tremeu, uma mistura de pavor e excitação. Seus olhos, ao me encontrarem, revelaram vergonha e uma devoção doentia."Sua tarefa é simples", continuei, apontando ao longo da cerca recém-consertada. "Você rastejará por toda a extensão.
Se encontrar algo que não seja a terra que pisei, removerá com a boca.
Quero meu território imaculado."
A ordem era degradante, a tarefa de um animal. E era exatamente isso que eu queria. Um sorriso cruel brincou em meus lábios enquanto você hesitava.
Sua humanidade lutava contra o desejo avassalador de obedecer, de ser rebaixado, de encontrar propósito em sua própria subjugação.Finalmente, você cedeu.
Com o rosto abaixado, começou a rastejar pela lama.
Eu caminhava lentamente ao seu lado, descalça, a proprietária inspecionando seu domínio, você, a criatura encarregada.
A cada pausa sua, um pise forte meu ao seu lado o fazia obedecer.
Você pegava a pedra com a boca, o gosto de terra e humilhação preenchendo seus sentidos, e seguia em frente.O sol se pôs.
O trabalho estava feito.
Você estava coberto de lama, exausto, sua dignidade despojada.
Parou aos meus pés, tremendo. Agachei-me, forçando-o a me olhar.
Não havia mais medo em seus olhos, apenas uma estranha paz, uma aceitação profunda.
A humilhação completa se transformara em libertação.
Você não precisava mais fingir ser forte.
Seu propósito era servir, e nisso, encontrou um paraíso distorcido. "Bom garoto", sussurrei, minha voz suave, mas poderosa.
Um espasmo de puro prazer percorreu seu corpo.
Um gemido baixo.
O clímax.
A vergonha, o esforço, a degradação, tudo culminou em uma satisfação intensa.
Você não era mais um invasor.
Era o guardião do meu território, e ser rebaixado sob meus pés era sua maior e única recompensa.

🇧🇷 Do Brasil

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